terça-feira, 9 de junho de 2009


Gosto do teu sorriso
E do teu olhar quando tens o nariz colado ao meu.
Gosto de estar contigo na praia e encher a tua toalha de areia,
Do beirão a horas tardias
E de me sentar no teu super carro a filosofar.
Gosto de sentir que me ouves quando falo,
E que acabes as minhas frases ou penses exactamente as mesmas parvoices que eu.
Gosto que me embacies os óculos,
Que me dês borboletas na barriga,
E despertes verdadeiros ataques de lamechice na minha pessoa.
Gosto da tua honestidade, do teu desembaraço embaraçado,
como quando me disseste a primeira vez q me amavas.
Gosto de te morder as orelhas e de te beijocar até mais não.
Gosto que me faças sorrir a todas as horas,
E de ter vontade de dizer q te amo a todo o instante.
Gosto que compreendas a gorda q há em mim,
E que me leves cajus ou a comer pão com chouriço.
Gosto que sejas simplesmente feito á minha medida ou que me dês vontade de ser feita á tua,
Que me deixes bilhetes na janela.
Que me abraces melhor do que ninguém.
De passear ctg ou ficar simplesmente a olhar para o nada abraçada a ti.
Gosto que me faças sentir que posso ser eu e que é tudo novo e ainda por descobrir.
Gosto de tudo em ti,
Da tua maneira de ser, da tua voz, da forma como és com os teus amigos e até dos teus ch’s no fim das palavras.
Gosto de sentir que é pra sempre,
E mesmo que não seja já tenha valido a pena.
Gosto que me faças sentir que pessoas especiais existem,
E que finalmente encontrei uma por quem tenho vontade de dar tudo.
“Gosto de ti simplesmente porque gosto"

E não quero deixar de m sentir assim nunca.

P.S: Não gosto que me faças escrever textos parvos e que sejas lagarto. Mas, "ninguém é perfeito" :P Amo-teeeee*

domingo, 5 de abril de 2009

Argentina baby!
Anda põe-te dentro da mochila! xD

segunda-feira, 23 de março de 2009


Now i get you
Now i don't get you
And I'm getting F*cking sick of it!!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009


Someday. I'm just going to BLOW UP!

domingo, 8 de fevereiro de 2009

I wish i could


Voltar a ver as estrelas pela primeira vez, saborear o doce do meu primeiro gelado ou ficar acordada a pensar como seria quando fosse crescida.

Sentir o estômago contorcer-se como no meu primeiro beijo, ou chorar desalmadamente como quando cai a primeira vez de bicicleta.

Ver tudo pela primeira vez, de olhos bem abertos, os cheiros, os sabores, o toque, as sensações e por o cérebro a funcionar além dos tópicos e duvidas do costume que se amontoam como uma manta de retalhos, suja e encardida entre os impulsos eléctricos da massa cinzenta.

Que me explicassem como se joga este jogo para o qual nunca ninguém se deu ao trabalho de me explicar as regras e que chamam descontraídamente de amor.

Que me dissessem que tudo vai ficar bem e me dessem um beijinho na testa antes de dormir, depois de ouvir uma historia que me fazia acreditar que o mundo era feito de fadas e princesas, sapos e trapezistas, cães que falam e lâmpadas que concedem desejos.

Voltar a ser uma folha em branco, sem vícios, preconceitos, frustrações, sem a marca de tudo o que passa por nós e nos torna uma obra de arte ou um esboço.

Não saber como são as pessoas ou ter de prever o quão mesquinhas podem ser.

Não ter de me descobrir ou compreender sem um manual de instruções, não ter tudo nas minhas costas e não querer carregar com o mundo nos ombros.

Ter medo do bicho papão.


Dormir.

"Sei que minto...
Pois o que sinto,
Não é diferente de ti.
Não cedo.
Este segredo.
É frágil e é meu"
Silence 4

Vou viajar
Quando voltar não é mim que encontrarás
Vou falar outras linguas, mas não a tua
Os teus olhos já não farão brilhar os meus
E os meus não encontraram resquicío de luz nos teus
Tem de ser
Para ganhar uma batalha por vezes sacrificam-se vidas
outras vezes corações.